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| Foto: Renato Vaz / Embratur |
O programa, coordenado em conjunto com o Ministério da Fazenda e apoiado pelo BID e Embaixada do Reino Unido, opera mediante empréstimos do Tesouro Nacional a instituições financeiras com juros de 1% ao ano. Como contrapartida, os bancos devem mobilizar, no mínimo, quatro vezes o valor em capital privado, sendo obrigatória a participação de pelo menos 60% de investidores estrangeiros para financiar a expansão dos negócios.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, e a secretária Nacional de Bioeconomia, Carina Pimenta, reuniram-se nesta segunda-feira (2) para alinhar a busca pelos candidatos. Após a seleção, os ministérios organizarão webinars para conectar os empresários às instituições financeiras, detalhando o funcionamento da alavancagem de recursos e o modelo de operação do leilão.
Segundo Freixo, a ação "atrai investimento estrangeiro, fortalece o turismo de base comunitária e gera emprego e renda na ponta". Carina Pimenta reforçou que o Eco Invest permite que agentes financeiros invistam em temas estratégicos, tratando o turismo como "uma parte de valorização dos ativos ambientais, dos nossos parques, da nossa natureza".
