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| Imagem gerada por IA. |
O crescimento do setor de análise de dados reflete essa demanda por ferramentas de previsão. Estimativas de mercado indicam que o setor global de análise de turismo, avaliado em aproximadamente US$ 18,4 bilhões em 2025, deve atingir US$ 41,9 bilhões até 2035. Essa evolução possibilita identificar picos de multidões antes que ocorram, auxiliando no planejamento do transporte urbano, na segurança pública e na gestão de recursos municipais, como o manejo de resíduos.
Além da contagem de pessoas, o big data oferece percepções sobre o comportamento dos viajantes, incluindo hábitos de consumo e trajetórias de movimento. Destinos como Barcelona e Veneza já exploram essas ferramentas para equilibrar o turismo com a vida local, simulando cenários para testar o impacto de grandes eventos ou mudanças de políticas. O objetivo é gerenciar a capacidade de carga de forma dinâmica, permitindo o controle de acesso e o redirecionamento de fluxos para reduzir a tensão entre residentes e visitantes.
Apesar do potencial, a implementação enfrenta barreiras como a fragmentação de dados entre empresas privadas e órgãos públicos, além de exigências éticas e de privacidade, como o GDPR na Europa. A eficácia das estratégias depende da integração sistemática dessas informações na governança e na cultura de tomada de decisão.
