![]() |
| Imagem gerada por IA. |
A inteligência artificial deverá assumir o papel central no planejamento de viagens, utilizando perfis de dados avançados que incluem métricas de saúde e estados emocionais para criar ofertas personalizadas automaticamente. O estudo sugere que sistemas preditivos poderão antecipar desejos dos viajantes antes mesmo de serem expressos, eliminando a necessidade de pesquisa ativa. A realidade virtual possibilitará prévias realistas de acomodações e destinos para facilitar a tomada de decisão.
O segmento de luxo tende a focar na longevidade e no biohacking, transformando estadias em programas de extensão da vida. Resorts poderão funcionar como laboratórios de saúde de alta tecnologia, oferecendo rotinas baseadas em genética, quartos otimizados para recuperação do sono e nutrição ajustada a dados biológicos em tempo real. A arquitetura hoteleira também deve evoluir para estruturas flutuantes, subaquáticas ou temporárias, priorizando a sustentabilidade e o mínimo impacto permanente no ambiente.
Além disso, o turismo espacial, atualmente restrito, poderá tornar-se acessível a um público mais amplo até 2126. O desenvolvimento de novos sistemas orbitais e habitats espaciais deverá reduzir custos, viabilizando estadias em hotéis orbitais ou missões em bases lunares. O relatório conclui que o futuro do setor combinará oportunidades de exploração com a necessidade de responsabilidade ambiental, alterando não apenas os destinos, mas as motivações fundamentais para viajar.
