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| Foto: Mateus Almeida / Codecom |
Parte dessa história está preservada no prédio da antiga Estação Velha, onde funciona o Museu do Algodão. O acervo reúne documentos, objetos, maquinários e peças relacionadas à história ferroviária e algodoeira, incluindo a locomotiva Maria Fumaça. “Visitar o Museu do Algodão é uma oportunidade de conhecer de perto uma parte fundamental da história de Campina Grande”, afirmou a historiadora e gerente do museu, Betânia Andrade.
A chegada dos trilhos também facilitou o transporte da produção de algodão para outras regiões, ampliando a integração de Campina Grande com os principais mercados. Segundo Betânia Andrade, “o acervo permite compreender a importância que a ferrovia e o algodão tiveram para o crescimento da cidade e para a formação da identidade econômica e cultural que conhecemos hoje”.
Administrado pela Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Cultura, o Museu do Algodão recebe estudantes, pesquisadores, turistas e visitantes. Durante uma visita realizada na programação do evento Primavera dos Museus, a estudante de História da UEPB Jenifer Jenuino afirmou que aproximar novos públicos desses espaços “proporciona uma experiência muito rica, que amplia o conhecimento e agrega muito à vida dessas pessoas”. A visitação é gratuita, de terça a sexta-feira, das 8h às 16h, e aos sábados, das 9h às 13h.
