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| Foto: Codecom |
A preservação das raízes históricas é um dos pilares do evento, que prioriza ritmos como o xote, o baião e o forró tradicional. Em um cenário de globalização, a festa cumpre o papel de "resistência e salvaguarda da memória musical do país", integrando estrategicamente artistas de projeção nacional à programação de base tradicional. A manutenção dessas expressões musicais é central para a identidade da celebração.
No campo da economia criativa, o projeto Campina Feita à Mão 2026 introduz inovações no desfile marcado para 10 de junho, na Pirâmide do Parque do Povo. A iniciativa busca "quebrar um pouco protocolos e trazer esse artesanato para uma moda mais universal", integrando técnicas como macramê e couro a elementos inusitados, como velas artesanais e bolos decorativos. A proposta amplia a linguagem do artesanato local.
A edição conta com 30 artesãos selecionados e 35 modelos na passarela. O coordenador Ary Rodrigues afirma que o objetivo é transformar as peças em "composições esculturais" para maximizar a arte no palco. O projeto visa fortalecer a cultura popular e consolidar o São João de Campina Grande como uma vitrine para a produção artesanal e a identidade cultural nordestina.
