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| Foto: Robério Gadelha / Secom |
A via passou por diversas denominações e intervenções estruturais ao longo dos séculos. Batizada inicialmente como Rua Nova e depois como Marquês do Herval, a avenida recebeu o nome atual em homenagem ao militar Manoel Luís Osório. Entre as modernizações históricas, o local sediou a instalação do primeiro telefone da cidade. Mudanças ocorridas nas décadas de 1930 e 1940, como o prolongamento da via e a construção do Viaduto Dorgival Terceiro Neto, alteraram a paisagem original para permitir maior fluidez no tráfego.
Atualmente, o logradouro atrai visitantes e moradores, consolidando-se como um centro de convivência. O secretário de Preservação, Revitalização e Inovação do Centro Histórico, Thiago Lucena, afirma que a área passa por um período de retomada econômica. Lucena destaca que “a Avenida General Osório é um exemplo claro disso, que ganhou muitos empreendimentos ao longo dos últimos meses”. O gestor ressalta que as ações buscam unir a preservação do patrimônio histórico ao incentivo econômico no núcleo urbano.
Além do casario colonial, o corredor preserva símbolos da modernidade pessoense, como o edifício 18 Andares, primeiro arranha-céu da capital. O patrimônio inclui ainda o antigo cinema Filipéia, a Loja Maçônica Branca Dias e o Pavilhão do Chá. A via permanece como um elo entre diferentes períodos da arquitetura paraibana, mantendo funções residenciais e comerciais enquanto se adapta às novas demandas de lazer e cultura do Centro Histórico.
