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| Rita de Cássia / Foto: Secom PB |
Rita de Cássia começou no ofício aos oito anos, aprendendo com a mãe. Filha caçula de uma família de agricultores com cinco irmãs artesãs, ela perpetua um legado transmitido de geração em geração. Mesmo após se mudar para São Paulo, sempre retornou para fabricar e vender as peças. "Eu aprendi com a minha mãe, assim como minhas irmãs. Desde então, eu não parei", relembra.
A artesã participa regularmente de eventos do Circuito Paraíba Agronegócios promovidos pela Sedap-PB. Considera as exposições do agro como vitrine importante para apresentar peças, fazer negócios e garantir renda maior. Há cerca de três anos, ensinou a técnica ao marido, que agora também é artesão e a acompanha nos eventos criando peças em formato de animais.
Rita de Cássia avalia que hoje o artesanato está mais valorizado. Considera a atividade, primeiro, como uma terapia. "Quando estou fazendo uma peça esqueço de tudo, esqueço do mundo lá fora, esqueço dos problemas. O artesanato é como um remédio para a mente", afirma.
