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| Foto: Mateus Almeida / Codecom |
O espaço abriga a exposição permanente “Ciclo do Algodão: da chegada do trem ao algodão colorido”, que retrata a importância da cotonicultura para o desenvolvimento local, desde a expansão ferroviária até o cenário contemporâneo. Em 2025, o museu registrou um fluxo superior a 12 mil visitantes, firmando-se como um centro de educação patrimonial.
Segundo a diretora do Museu do Algodão, Betânia Andrade, a mudança visa atender principalmente à demanda acadêmica e escolar. “Antes, funcionando apenas pela manhã, muitas escolas não conseguiam agendar visitas, especialmente as turmas da tarde. Agora conseguimos receber desde creches até o ensino médio, além de universidades”, explicou. A gestora informou ainda que a média mensal é de aproximadamente mil visitantes.
O secretário de Cultura, André Gomes, ressaltou a relevância da instituição para a identidade municipal. “Os museus são espaços vivos de memória e conhecimento. Eles nos ajudam a compreender quem somos, de onde viemos e como a nossa história foi construída”, afirmou. A Secult reforça o convite à população para conhecer o acervo que documenta um dos principais ciclos econômicos da região.
