![]() |
| Imagem gerada por IA. |
O vírus Chikungunya é uma doença viral transmitida aos humanos através da picada de mosquito infectado, principalmente o Aedes. A enfermidade é caracterizada por febre súbita seguida de dor articular severa, particularmente nas mãos e pés, que pode ser tão intensa que os pacientes ficam impossibilitados de caminhar. Em casos raros, o vírus pode ser fatal, embora não tenham sido reportadas mortes em Cuba até o momento. A doença é especialmente preocupante porque não existe tratamento específico, e embora exista vacina, ela é geralmente recomendada apenas para viajantes antes de se dirigirem a áreas onde o Chikungunya é prevalente.
Além de Cuba, o Brasil tem sido um dos países mais afetados, com mais de 210.000 casos reportados. Outros países que enfrentam surtos significativos incluem Colômbia, Índia, México, Nigéria, Paquistão, Filipinas e Tailândia. Autoridades de saúde dessas nações, junto com a Organização Pan-Americana da Saúde, têm monitorado de perto a situação e emitido diretrizes para residentes locais e visitantes internacionais. O Ministério da Saúde do Brasil expressou preocupação particular sobre o crescente número de casos, já que o vírus continua se espalhando rapidamente pelo país.
O CDC recomenda que viajantes para Cuba usem camisas de manga longa e calças, utilizem repelente contendo DEET e permaneçam em quartos com ar condicionado ou acomodações com janelas e portas fechadas. Essas precauções são vitais, pois os mosquitos são mais ativos durante o amanhecer e o anoitecer. O centro também recomenda que viajantes considerem se vacinar contra o vírus Chikungunya, sendo a vacina administrada em dose única com eficácia de 99% na prevenção de infecção sintomática. Mulheres grávidas são aconselhadas a não viajar para Cuba devido aos riscos potenciais associados ao vírus durante a gravidez.
