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| Foto gerada por IA. |
O pleito das entidades ocorre em um cenário de expansão para o setor, que em 2025 registrou seu melhor desempenho em 14 anos ao responder por cerca de 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Para sustentar essa trajetória de crescimento, o documento preconiza que o avanço da acessibilidade universal requer investimentos públicos consistentes em infraestrutura urbana, mobilidade, transporte e sinalização, de modo a complementar os aportes já realizados pelo setor privado.
Sob a ótica empresarial, a proposta ressalta que a aplicação dessas medidas deve considerar a realidade financeira de micro e pequenas empresas, evitando a imposição de obrigações desproporcionais. O diretor da CNC responsável pelo Cetur, Alexandre Sampaio, observa que, embora a iniciativa privada cumpra as normas municipais, "é necessário, no entanto, que se busque uma política integrada com o poder público, passando por um processo que se acresce a partir da eleição de gestores que incentivem a parceria público-privada".
Além das intervenções físicas, as diretrizes contemplam a qualificação profissional promovida pelo Senac para mitigar barreiras atitudinais no atendimento, bem como as ações de turismo social conduzidas pelo Sesc. A consolidação desse modelo integrado é apontada como indispensável para o posicionamento global do País, conforme sintetiza Sampaio: "somente com planejamento conjunto e regras claras será possível ampliar a inclusão, fortalecer a competitividade dos destinos e consolidar o Brasil como referência em turismo acessível".
