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| Foto: @festivalgarapira |
O festival consolidou-se como origem de outras ações de preservação, como o Sementes Garapirá, iniciativa voltada ao "fortalecimento da identidade indígena Potiguara, de suas manifestações culturais e de suas visualidades por meio da fotografia". Iniciado em 2025 com oficinas de fotografia com celular para estudantes da Escola Estadual Indígena Pedro Poti, o projeto promove o protagonismo dos jovens no registro de seu território. Em 2026, a ação obteve reconhecimento ao ser contemplada no Edital de Culturas Populares – PNAB Ciclo II.
Além das apresentações culturais, a edição de 2026 abrirá espaço para discussões sociais, incluindo uma fala temática sobre a presença LGBTQIAPN+ nos povos indígenas e a palestra "A Resistência do Povo Potiguara na Paraíba", ministrada por lideranças locais. Outros desdobramentos históricos do festival incluem a Ocupação Garapirá, realizada em 2024 na Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, evidenciando o impacto contínuo da iniciativa na valorização das tradições indígenas.
Para a permanência dos visitantes, a organização estruturou serviços de alimentação com pratos da culinária regional, como peixe frito e camarão no coco. As refeições individuais custam entre R$ 25,00 e R$ 30,00. Devido à instabilidade do sinal de internet na aldeia, a coordenação recomenda que os pagamentos sejam efetuados em dinheiro em espécie, garantindo a fluidez das transações comerciais durante os três dias de celebração.
Redação, com informações do Instagram oficial do evento. (@festivalgarapira)
