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| Foto: Roberto Castro / MTur |
Lançado em 2003 em São Paulo, o salão enfrentou hiato de 12 anos e retomou em 2023 por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Agora no Ceará, amplia o alcance para regiões emissoras e receptoras de turistas, com áreas dedicadas a gastronomia de todos os estados, artesanato e o Armazém da Agricultura Familiar — que seleciona 15 produtores até 8 de abril para comercializar itens locais. Essa estrutura busca não só promover roteiros, mas gerar parcerias concretas em um mercado que cresce com demanda por experiências autênticas.
O ministro Gustavo Feliciano resumiu o potencial: “O Salão do Turismo é o grande momento de integração do nosso setor e onde o Brasil se encontra para gerar negócios, empregos e qualificação”. Espaços como o Núcleo do Conhecimento promovem debates sobre sustentabilidade, inovação e cidades inteligentes, enquanto o Brasil Mais Crédito facilita acesso ao Fungetur para empresas turísticas. Painéis sobre diversidade e inclusão completam a agenda, alinhando políticas federais com demandas regionais.
A escolha de Fortaleza sinaliza uma aposta no equilíbrio geográfico do turismo nacional, testando se o modelo itinerante pode democratizar oportunidades além dos grandes centros. Com expectativa de alto fluxo de visitantes e negócios, o evento pode redefinir prioridades setoriais, priorizando o Nordeste como hub de promoção e capacitação sustentável.
