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| Foto: Embratur / Divulgação |
O documentário percorre Salvador (BA) e Florianópolis (SC). Em Salvador, reúne relatos de pescadores e devotos de Iemanjá e apresenta a Festa de Iemanjá como evento de relevância cultural. Em Florianópolis, mostra histórias ligadas à gastronomia e registra a presença de nômades digitais atraídos por fatores como ambiente natural e infraestrutura. A produção também aborda a certificação Bandeira Azul, concedida a praias e marinas que atendem critérios ambientais e de segurança.
As ações de promoção foram detalhadas no Fórum Panrotas 2026, em São Paulo. No evento, o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, informou que o país passou a contar com 27 planos integrados de promoção internacional alinhados até 2027. Ele afirmou que a Agência estruturou um núcleo de inteligência que utiliza Big Data e Inteligência Artificial “para saber quem é o turista, o que ele quer e o que influencia seu poder de decisão”.
Freixo também apresentou dados sobre conectividade internacional, citando o Programa de Aceleração do Turismo Internacional (PATI). Segundo ele, houve 34% de aumento na conectividade e 37,5% mais assentos internacionais em três anos. De acordo com a apresentação, o Brasil registrou 9,3 milhões de turistas internacionais em 2025 e US$ 7,9 bilhões injetados na economia. A Embratur listou ainda iniciativas como o EmbraturLAB, a Rota do Samba e parcerias com plataformas digitais.
