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| Foto: Assessoria |
A arquiteta e urbanista Rafaella Panzini abordou a influência direta dos ambientes construídos sobre o comportamento humano, afirmando que "é nosso papel, como arquitetos e incorporadoras, criar ambientes de impacto positivo" por meio de sensações de segurança e pertencimento. A estrategista em design comportamental Gabriela Hoffmann contextualizou a demanda por bem-estar como resposta a fatores sociais contemporâneos, apontando a evolução do setor imobiliário em direção às chamadas residências de bem-estar.
O CEO André Penazzi destacou a relevância da otimização do tempo para o público de alto padrão, argumentando que "o cliente espera encontrar no empreendimento tudo o que precisa para o seu dia a dia". Marcos Coelho, gerente de Expansão da FG Empreendimentos, complementou a perspectiva de mercado ao declarar que "alto padrão vai além do preço, o que se vende é o valor que o imóvel agrega à vida do cliente".
Sob a perspectiva comercial, Penazzi recomendou aos corretores maior assertividade no atendimento para compreender as expectativas do público. Panzini apresentou dados financeiros indicando que empreendimentos estruturados sob o conceito de bem-estar apresentam valorização de 10% a 25% tanto no preço de venda quanto no de locação.
