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| Geração Z / Foto: Marcelo Chagas / Pexels |
A infraestrutura digital consolidou-se como requisito básico de operação, exigindo dos estabelecimentos sistemas de reservas intuitivos, processos de check-in simplificados e sem contato, além de acesso móvel a serviços. Para equilibrar essa demanda, acampamentos adotam a divisão de espaços, oferecendo conexão de internet sem fio em pontos específicos e mantendo áreas livres de tecnologia para permitir a desconexão temporária.
A preferência desse público prioriza a vivência de experiências memoráveis em detrimento de estruturas físicas convencionais, impulsionando a modalidade de "glamping" por unir o contato com a natureza ao conforto. Nesse cenário, práticas sustentáveis tornam-se obrigatórias para a atração desses clientes, uma vez que "a ecologia não é mais um bônus, mas sim uma expectativa", demandando o uso de energias renováveis e a redução de plásticos.
A busca por interação social e engajamento com comunidades locais completa as diretrizes que moldam o futuro do turismo ao ar livre. O desenvolvimento do setor nos próximos anos dependerá da capacidade dos proprietários de integrar tecnologia, sustentabilidade e socialização em suas ofertas de hospedagem.
