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| Imagem gerada por IA |
Em 2000, 676 milhões de pessoas viajavam ao exterior, o equivalente a três em cada dez. Atualmente, uma em cada duas viaja, e as projeções indicam sete em cada dez até 2050. Especialistas descrevem essa evolução como uma transformação na conectividade humana, com viagens deixando de ser privilégio para se tornarem rotina.
A região Ásia-Pacífico ultrapassará a Europa como principal origem de viagens internacionais, elevando sua participação de 32% em 2025 para 39% em 2050, contra queda europeia de 44% para 36%. A Índia liderará com cerca de 415 milhões de viagens, seguida pela China com 365 milhões e Estados Unidos com 295 milhões. A Europa manterá 41% das chegadas globais, mas captará 58% da receita mundial, ante 49% atuais, pois visitantes distantes gastam mais por viagem.
A Espanha pode atingir 130 milhões de chegadas e superar a França, com a China no terceiro lugar mundial. Hany Abdelkawi, do Google, define sistemas de inteligência artificial como "multiplicadores de força" para planejamento, reservas automáticas e suporte personalizado. A Geração Z, em pico de renda entre 38 e 53 anos até 2050, impulsionará práticas sustentáveis, enquanto viagens locais representam mais de nove em cada dez do total.
