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| Imagem de Ralph Häusler por Pixabay |
A renovação da base de consumidores é impulsionada majoritariamente pelas gerações Millennial e Z, além de famílias jovens, atraídas pela relação custo-benefício e conveniência logística. Esse fluxo de turistas, que migra de resorts terrestres para o mar, demanda navios modernizados e itinerários focados em imersão cultural e bem-estar. O mercado australiano exemplifica essa tração, com dados indicando que um terço da população planeja realizar um cruzeiro em 2026.
Diante da complexidade e variedade do produto, que oscila entre expedições de pequeno porte e grandes resorts flutuantes, a consultoria especializada reafirma sua relevância. A indústria aponta que o papel dos agentes de viagens é indispensável para alinhar o perfil do cliente à embarcação adequada, mitigando o risco de experiências negativas para quem embarca pela primeira vez. A personalização do serviço atua como fator decisivo na conversão e fidelização desses novos entrantes.
O cenário aponta para um mercado mais jovem, independente e diversificado. As companhias marítimas reagem com o desenvolvimento de produtos menos padronizados, maior flexibilidade tarifária e fortalecimento das parcerias com o trade turístico. A estratégia visa atender a uma demanda que busca a segurança operacional do cruzeiro aliada à liberdade de exploração individual nos destinos visitados.
