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| Foto de Kenneth / Pexels |
A tradução automática de menus é hoje o principal uso da IA, reflexo da diversidade regional da culinária italiana e das dificuldades de leitura em outro idioma. A ferramenta também aparece como apoio para quem busca ideias, destinos e hospedagens. A adoção da tecnologia, no entanto, varia entre países. Os Estados Unidos lideram o uso de IA para sugestões de viagens gastronômicas, seguidos por França e Alemanha, enquanto mercados como Reino Unido, Áustria e Suíça apresentam índices menores.
O relatório mostra ainda que a percepção de risco sobre o uso da tecnologia diminuiu em comparação ao ano anterior, sobretudo entre os mais jovens. As expectativas para o futuro concentram-se em três aspectos: facilidade de uso, proteção de dados e informações mais precisas. Serviços como tradução de menus e criação de itinerários personalizados aparecem entre os mais desejados, junto com opções sustentáveis de rota e visitação.
Mesmo com avanços, a confiança plena nos algoritmos é baixa e apenas uma pequena parcela dos viajantes declara confiar totalmente nos sistemas. Para a maioria, a IA funciona como ponto de partida, complementada por recomendações pessoais, que continuam sendo a fonte mais credível. Especialistas apontam que o próximo passo é integrar a tecnologia a sistemas de reserva e experiências no destino, com dados de qualidade sobre sustentabilidade e autenticidade locais.
