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| Foto: Assessoria |
A permanência dessas espécies no espaço decorre de um trabalho de conservação de animais que não possuem condições físicas de retornar à natureza. De acordo com o diretor do Aquário Paraíba e engenheiro ambiental, Emmanuel Lopes, a equipe realiza ações de preservação com foco pedagógico. "A nossa equipe faz esse trabalho de conservação e, devido a aspectos físicos que elas apresentam, não retornam mais à natureza. Elas servem para a educação ambiental, porque mostramos aos visitantes a importância de preservar esses animais", explicou Lopes.
O diretor ressalta que a associação cultural dessas aves com o imaginário nordestino facilita a conscientização pública sobre a importância da fauna local. Segundo Lopes, as canções e poesias de Luiz Gonzaga, a quem define como "um grande ambientalista", valorizam o bioma regional. "É um valor muito forte que esses animais nos trazem nas canções, nas poesias e nas vozes dos poetas, que tanto fizeram pela preservação desses animais", declarou o engenheiro ambiental.
Diante de ameaças como alterações climáticas e perda de habitats, o trabalho pedagógico do aquário é desenvolvido em conjunto com órgãos de fiscalização, como o IBAMA e a SUDEMA. Para visitação, o Aquário Paraíba funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, na Rua das Lagostas, nº 140. Os ingressos custam R$ 20 para meia-entrada e R$ 40 para a inteira.
