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| Divulgação / Assessoria |
Nativa da América do Sul, a ararinha-maracanã (Primolius maracana), também chamada de maracanã-verdadeira, ocorre no Brasil, no Paraguai e na Argentina. Mede entre 35 e 43 centímetros e tem plumagem predominantemente verde, com marcas avermelhadas na cabeça e no ventre. A procura para criação doméstica alimenta o comércio irregular da espécie.
A captura ilegal e a perda de habitat estão entre as ameaças à fauna silvestre. Dados divulgados pelo Instituto Nacional da Mata Atlântica apontam que aves representam cerca de 60% dos animais vítimas do tráfico no país. Entre os grupos atingidos estão os psitacídeos, como papagaios, araras e periquitos. O desmatamento também reduz áreas de alimentação, abrigo e reprodução da ararinha-maracanã.
O Aquário Paraíba realiza ações de educação ambiental, inclusive em parceria com escolas, para abordar a proteção dos animais e de seus habitats. O espaço também recebe animais debilitados encaminhados por órgãos ambientais, com o objetivo de reabilitá-los e reintroduzi-los na natureza quando possível. Histórias como a de Mãozinha são usadas para mostrar aos visitantes os efeitos da captura ilegal.
