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| Foto: Arquivo / Secom |
As análises contemplam aspectos de arquitetura, urbanismo, paisagismo e infraestrutura, além de impactos socioambientais e logística de abastecimento. Uma pesquisa de campo foi realizada entre 8 e 18 de junho deste ano como parte do cronograma iniciado em maio. Segundo o coordenador da UGP, Antônio Elizeu, os estudos visam reordenar o sistema viário para apoiar a reabilitação da área, que já conta com incentivos fiscais para novos empreendimentos e habitação em prédios históricos.
A proposta foca na integração da área central com o restante da cidade e no fomento à mobilidade não motorizada. Sheila Freire, coordenadora do projeto, explica que as intervenções buscam eliminar barreiras arquitetônicas para pedestres e ciclistas, além de regular a distribuição de mercadorias. “As novas intervenções, quando executadas, trarão maior integração da área central com as demais regiões da cidade, favorecendo o acesso, a segurança, o incremento da atividade econômica e a valorização do patrimônio cultural”, observa a arquiteta.
O secretário de Preservação do Centro Histórico, Thiago Lucena, ressalta que as soluções devem ser compatíveis com o patrimônio histórico, tombado pelo Iphaep e Iphan. Estão previstas intervenções físicas como a requalificação de calçadas, uso de ruas compartilhadas, expansão de ciclovias e instalação de mobiliário urbano de acesso universal. O projeto conta com a parceria de órgãos de proteção e do Ministério Público para garantir que a circulação e permanência na área ocorram com segurança e conforto.
