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| New York / Imagem de iris Vallejo por Pixabay |
A medida impactará significativamente empresas americanas que dependem desse visto para preencher lacunas de talento em setores críticos como tecnologia, saúde, pesquisa e engenharia. Cidades como Vale do Silício, Seattle, Boston e Nova York abrigam grande concentração desses profissionais. Gigantes como Microsoft, Amazon e Google já estão encorajando seus funcionários estrangeiros a retornarem rapidamente aos EUA antes que novas restrições entrem em vigor, explorando alternativas como equipes remotas e desenvolvimento de talentos locais em outros países.
O turismo internacional para os EUA já enfrentou queda de 4,2% em 2025, resultando em perda de 50 bilhões de dólares em receita. Profissionais H-1B não apenas trabalham nos EUA; também viajam para conferências, visitam familiares e contribuem significativamente para o turismo. Cidades como Nova York, São Francisco e Los Angeles, que dependem de turismo de negócios estrangeiro, enfrentarão declínio considerável em receita relacionada ao turismo. Além disso, companhias aéreas que operam rotas entre Índia, México, Brasil e EUA podem registrar redução na demanda por assentos de classe executiva.
Se o EXILE Act for aprovado, profissionais estrangeiros enfrentarão tempos mais longos para aprovação de vistos ou podem ser impedidos de entrar nos EUA. Países como Canadá, Austrália e Reino Unido, com políticas de imigração mais flexíveis, tendem a atrair esses profissionais, potencialmente causando fuga de cérebros. Empresas americanas precisarão repensar estratégias de contratação, focando em talentos locais, enquanto o mercado internacional de viagens aéreas pode sofrer com redução na demanda de negócios.
