![]() |
| Foto: Divulgação |
Assinado pela arquiteta Leila Azzouz, o projeto parte da compreensão de João Pessoa como uma experiência que ultrapassa o caráter turístico tradicional. Segundo ela, a proposta busca traduzir o ritmo local em espaços que preservam identidade, memória e relação com o entorno. Azzouz explica que a arquitetura foi pensada com base em uma vivência sensorial da cidade.
A concepção incorpora princípios da arquitetura biofílica, priorizando conexões entre ambientes construídos e naturais por meio de luz natural, ventilação cruzada, materiais de referência ambiental e integração visual com o exterior. As fachadas foram desenhadas considerando orientação solar e ventos predominantes, com superfícies que atuam como filtros, permitindo circulação de ar, sombreamento e vistas abertas para a paisagem litorânea.
Os espaços comuns foram planejados para funcionar como extensões da vida urbana, incluindo lobby, áreas de convivência e restaurante. O rooftop, piscina e áreas voltadas ao bem‑estar foram concebidos para proporcionar momentos de contemplação e uso contínuo. O hotel terá 70 acomodações, será operado no sistema de franquia da Accor e tem inauguração prevista entre 2028 e 2029.
